28 de nov. de 2005

Grito

Não perdi, arduei de fato
E mesmo sem tanta certeza
Afirmo com tenaz clareza
Não me perdeste e foi tudo boato

O que andam comentando
Nem sei mais do que estou falando
Mas reafirmo com certeza absoluta
Nada acabou e, para o fim, o inicio inda reluta

Amar tempestades e crer no infinito
Partir desastres, eu não partir, repito
Porque a minha eloqüência inexiste
Porque em minha alma teu ser persiste

Em nunca me abandonar
Em estar sempre aqui cravada em meu peito
Pelo destino, para o nosso fim, dar um jeito
Mas o teu destino é comigo sempre estar

O que eles pensam já não me importa
E não importo mais, se pareço prepotente
Porque em meu caráter isso é inexistente
É coisa teórica, é uma lei morta!

A alegria de estar contigo, pra mim, incomensurável
E de longe te afastas e aproximas de meu ser insuportável
E em mim tu és, mais que uma amiga, mais do que uma pura normalidade
És meu sorriso, meu ombro amigo, minha felicidade!

à minha amiga...

20 de nov. de 2005

Não quero mais
















As pessoas me vêem, perguntam e eu sempre sorrio em assertiva e lhes respondo algo que querem ouvir, ou o que eu queria ouvir...
A partir de hoje, direi somente a verdade sem omissões...
Se me perguntarem: Você vai voltar?
Eu vou responder: Provavelmente não...
Posso chorar, espernear, deprimir, mas não vou mais me enganar...
Aos que me perguntam: "Jana, você vai voltar?"
Eis minha resposta: "NÃO VOLTAREI, JAMAIS VOLTAREI, POIS A MINHA VIDA SE MORREU PELOS CAMINHOS POR ONDE PASSEI"

Sem objeções, a Jan voltou a ser a sinceridade em pessoa e não a agradabilidade em pessoa, obrigada, não volte sempre...


Essa é minha vida...